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Recusa do não-lugar

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R$42,00

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Juliano Garcia Pessanha foi convidado da Flip 2018. Escute sua participação junto com Isabela Figueiredo aqui

 

Misto de ficção e não ficção, este livro de Juliano Garcia Pessanha (JP) é um testemunho radical e urgente, um exemplo transformador, nas palavras do crítico Roberto Taddei, "que propõe e inaugura um novo caminho para a literatura que, a partir do diálogo com a psicanálise e a filosofia, se expande sem ser delas tributária".

Se em seus livros anteriores o autor-personagem se isolava numa espécie de romantismo da negatividade, aqui JP realiza um salto: a ideia do sujeito que nasceu “para fora”, estranhado com o mundo – e, por isso mesmo, privilegiado para falar sobre ele –, perde sua aura em nome do acolhimento, da possibilidade de adentrar e de ressoar com o mundo.

Esta virada tem por base a apropriação da conhecida teoria psicanalítica sobre a relação mãe–bebê de Winnicott e da filosofia das esferas de Sloterdijk, em contraposição com negatividade e o vazio característicos do pensamento de Heidegger ou de Nietzsche, que marcaram a prosa do poeta-filósofo até então. Recusa do não-lugar é um relato comovente (e nada autocomplacente) sobre o abandono, a reclusão e as sucessivas tentativas frustradas de entrar no mundo, combinado com sofisticados conceitos filosóficos e psicanalíticos. 

O que falam desta obra

“[Juliano] recusa o que chama de ‘self negativo’ e, na contramão da filosofia do nada, predominante no século 20, centra-se na positividade do encontro, do abraço e dos espaços interiores que permitem as relações de intimidade.”

Maria Esther Maciel, Folha de S.Paulo

 

"um livro extremamente corajoso, no qual o autor não tem o mínimo pudor de destruir as máscaras que construiu para suportar o seu exílio interior – e perceber que [...] toda a sua literatura anterior não passava de um fracasso completo. Todavia, é neste rompimento que se encontra a sua maior vitória."

Martim Vasques da Cunha, Estadão

 

“Pessanha fascina ao iluminar seus desastres pessoais e a formulação filosófica dessas vivências.”

Odorico Leal, Revista quatro cinco um

 

"Pessanha diz que nasceu assim, para fora, e afirma que Nietzsche e Heidegger também. Eles escreveram toda sua filosofia convidando para fora quem nasceu para dentro, o que é um equívoco sem igual, diz Pessanha. Com este livro, ele procura trilhar uma nova maneira de olhar para o mundo, sob os auspícios de Sloterdijk, e recusa o lugar que lhe fora reservado ao nascer, o não-lugar."

Gilberto G. Pereira, Jornal Opção

 

características

Tipo português

brochura

Formato 14 × 21 cm

Páginas 192

Peso 440 g

ISBN 978-85-92886-64-6

descrição

Juliano Garcia Pessanha foi convidado da Flip 2018. Escute sua participação junto com Isabela Figueiredo aqui

 

Misto de ficção e não ficção, este livro de Juliano Garcia Pessanha (JP) é um testemunho radical e urgente, um exemplo transformador, nas palavras do crítico Roberto Taddei, "que propõe e inaugura um novo caminho para a literatura que, a partir do diálogo com a psicanálise e a filosofia, se expande sem ser delas tributária".

Se em seus livros anteriores o autor-personagem se isolava numa espécie de romantismo da negatividade, aqui JP realiza um salto: a ideia do sujeito que nasceu “para fora”, estranhado com o mundo – e, por isso mesmo, privilegiado para falar sobre ele –, perde sua aura em nome do acolhimento, da possibilidade de adentrar e de ressoar com o mundo.

Esta virada tem por base a apropriação da conhecida teoria psicanalítica sobre a relação mãe–bebê de Winnicott e da filosofia das esferas de Sloterdijk, em contraposição com negatividade e o vazio característicos do pensamento de Heidegger ou de Nietzsche, que marcaram a prosa do poeta-filósofo até então. Recusa do não-lugar é um relato comovente (e nada autocomplacente) sobre o abandono, a reclusão e as sucessivas tentativas frustradas de entrar no mundo, combinado com sofisticados conceitos filosóficos e psicanalíticos. 

O que falam desta obra

“[Juliano] recusa o que chama de ‘self negativo’ e, na contramão da filosofia do nada, predominante no século 20, centra-se na positividade do encontro, do abraço e dos espaços interiores que permitem as relações de intimidade.”

Maria Esther Maciel, Folha de S.Paulo

 

"um livro extremamente corajoso, no qual o autor não tem o mínimo pudor de destruir as máscaras que construiu para suportar o seu exílio interior – e perceber que [...] toda a sua literatura anterior não passava de um fracasso completo. Todavia, é neste rompimento que se encontra a sua maior vitória."

Martim Vasques da Cunha, Estadão

 

“Pessanha fascina ao iluminar seus desastres pessoais e a formulação filosófica dessas vivências.”

Odorico Leal, Revista quatro cinco um

 

"Pessanha diz que nasceu assim, para fora, e afirma que Nietzsche e Heidegger também. Eles escreveram toda sua filosofia convidando para fora quem nasceu para dentro, o que é um equívoco sem igual, diz Pessanha. Com este livro, ele procura trilhar uma nova maneira de olhar para o mundo, sob os auspícios de Sloterdijk, e recusa o lugar que lhe fora reservado ao nascer, o não-lugar."

Gilberto G. Pereira, Jornal Opção

 

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    beatriz judith lima scoz
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