João Loureiro

Nascido em 1972 em São Paulo. Vive e trabalha em São Paulo. A produção de João Loureiro é marcada por uma especulação de códigos de representação específicos e por uma figuração diagramática. Segundo Carlos Eduardo Riccioppo, daí deriva o aspecto algo pop, bem-humorado, às vezes afiado ou mesmo malicioso que os trabalhos costumam emprestar uns aos outros. João Loureiro é mestre em poéticas visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e licenciado em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Participou de várias exposições coletivas, dentre elas Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos, na Oca do Ibirapuera (São Paulo, 2017); Brasil, Beleza!?, no museu Beelden Aan Zee (Haia, 2016); Open Borders/Crossroads – Vancouver Biennale (2014); Imagine Brazil, no Astrup Fearnley Museet (Oslo, 2013); e Sobrenatural, na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2013). Entre suas mostras individuais estão Pedra que Repete, na Casa da Imagem (São Paulo, 2013); Fim da primeira parte, na Galeria Vermelho (São Paulo, 2011); The Solo Project, na VOLTA 6 (Basileia, 2010); Blue Jeans, no Projeto Octógono de Arte Contemporânea da Pinacoteca de São Paulo (São Paulo, 2009); Reaparição, no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 2008); e Passagem secreta, no Centro Universitário Maria Antônia (São Paulo, 2003). É representado pela Sé galeria desde 2019, onde realizou a individual peixe-elétrico-moto-clube (2019), com texto crítico de Carlos Eduardo Riccioppo.
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