Octavio Paz

Poeta e ensaísta mexicano por influência de seu pai, escritor, e de seu avô, jornalista. Participou, em 1937, do II Congreso Internacional de Escritores para la Defensa de la Cultura, em Valência, ao lado de grandes nomes como Ernest Hemingway e Pablo Neruda. Fundou, quando retornou ao México, em 1938, a revista Taller, um dos principais veículos de divulgação de uma nova geração de escritores que surgiu no México nessa época. Fundou duas outras revistas influentes no mundo da arte, a Plural (1971) e a Vuelta (1976). Em 1943, viajou aos Estados Unidos, onde se aproximou da poesia modernista americana. Dois anos depois, mudou-se para a França em razão de serviços diplomáticos, onde entrou em contato com as atividades de escritores surrealistas como André Breton e Benjamin Péret. Em 1962, foi nomeado embaixador na Índia, experiência que permeia a sua obra. Em 1968, Paz renunciou ao serviço diplomático como forma de protesto ao Massacre de Tlatelolco, na Cidade do México. Em 1980, recebeu o título de doutor honoris causa pela Harvard University e, em 1990, o prêmio Nobel de Literatura. Em 1997, pouco antes de falecer, assistiu à abertura da Fundación Octavio Paz. Morreu em 19 de abril de 1998. 

Obras selecionadas: 

O arco e a lira (Cosac Naify, 2012) 

Os filhos do barro (Cosac Naify, 2014) 

O labirinto da solidão (Cosac Naify, 2014)

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