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Popol Vuh

Em estoque

R$99,00
  • Ilustração Francisco França
  • Introdução Adrián Recinos
  • Notas Adrián Recinos
  • Tradução crítica Josely Vianna Baptista
  • Ensaio de abertura Daniel Grecco Pacheco
  • Editora Ubu

características

Idioma português

Tipo capa dura com fitilhos

papel colorido no miolo

Formato 16 × 23,4

Páginas 384

Peso 680 g

ISBN 978-85-92886-98-1

Imagens 55

descrição

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Popol Vuh – o esplendor da palavra antiga dos Maias-Quiché de Quauhtlemallan: aurora sangrenta, história e mito é o mais importante documento poético-político da antiguidade das Américas. O Popol Vuh, Livro do Conselho, ou Livro da Comunidade, guarda a cosmogonia, o amanhecer da natureza e da humanidade, a mitologia heroica, a história e a genealogia dos Maias-Quiché da Guatemala.

 

A tradução crítica de Josely Vianna Baptista, poeta e tradutora do espanhol e do guarani, resulta de um esforço de interpretação do original maia-quiché a partir do confronto entre 7 traduções feitas diretamente dele para o espanhol e o inglês. Ela também consultou, pontualmente, traduções diretas e indiretas para outras línguas, e percorreu uma variada cartografia de estudos, códices e dicionários do período colonial – além de, vez por outra, ter feito uma visita à prosa cerrada do manuscrito do frei dominicano Francisco Ximénez, a versão mais antiga do Popol Vuh que temos disponível.


A edição da Ubu conta com notas e uma introdução da tradutora, e o prólogo, a introdução e as notas que acompanham a versão do manuscrito de Ximénez traduzida para o espanhol pelo erudito guatemalteco Adrián Recinos. Grande conhecedor das culturas mesoamericanas, em sua introdução Recinos traz informações detalhadas sobre o Popol Vuh e seu entorno histórico e cultural. Há ainda um texto do arqueólogo Daniel Grecco Pacheco sobre o papel e a importância deste livro clássico.

O volume é ilustrado por Francisco França. As imagens foram criadas com base em cenas, selecionadas por Daniel Grecco, que destacam temas e personagens da narrativa do Popol Vuh presentes em outras produções da cultura material dos povos maias antigos: imagens de vasos; pratos de cerâmica que datam do período Clássico maia (200 d.C. a 1050 d.C.); cenas de estelas de pedra também deste período; pinturas murais do Pré-clássico (2500 a.C. a 200 d.C.); e ilustrações encontradas em códices do período Pós-clássico (1050 d.C. a 1525 d.C.) e em elementos decorativos de estruturas arquitetônicas.

O que falam desta obra

“Livro sagrado, coleção de mitos, narrativa histórica: o Popol Vuh é tudo isso e também uma verdadeira orgia de linguagem, um épico inclassificável que remonta ao tempo em que o ser humano ainda não tinha decidido que existia uma coisa chamada 'prosa' e outra chamada 'poesia'.”

Gustavo Pacheco, Época

Comentários

Qualidade
1 Review(s)

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    FRANCISCO C V LEITE
    Os Maias estavam à frente do seu tempo. Lamento o que os espanhóis destruíram. Obra prima!
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